Saúde paulista orienta sobre cuidados contra a gripe suína
(07 jul 2009) Sob orientação da Secretaria de Estado de Saúde, que expediu comunicado neste sentido aos municípios, a Fundação de Saúde de Rio Claro está disponibilizando à população informações que orientam sobre como proceder numa situação como a atual, diante do risco apresentado pela Influenza A (H1N1), popularmente denominada gripe suína.
A primeira recomendação das autoridades estaduais de saúde alerta para que as pessoas evitem viajar a países que registram uma ocorrência maior de casos, a exemplo de Argentina e Chile. No entanto, o alerta vale para os demais países que têm registros da doença.
Dirigida à população em geral, a recomendação estabelece restrições especiais às mulheres grávidas ou pessoas imunodeprimidas, como pacientes com câncer e em tratamento de Aids, por exemplo. Crianças menores de dois anos e idosos com mais de 60 anos também estão incluídos neste grupo onde as restrições de viagem aos países citados devem ser observadas com mais rigor, pois estão sujeitos a um risco maior de desenvolverem complicações em decorrência da infecção pelo vírus da nova gripe.
Um balanço da Secretaria de Estado de Saúde sobre os casos registrados no Estado de São Paulo, até o dia 22 de junho, aponta que 40% dos 116 pacientes de gripe suína se infectaram na Argentina, quando viajaram para aquele país vizinho. Do total de casos entre os pacientes paulistas da gripe suína, 15,5% contraíram a doença nos Estados Unidos, 5,1% no Chile e 2,5% no Canadá. Franca, Inglaterra, México e Uruguai são os demais países apontados como locais prováveis de infecção.
A idade média dos pacientes paulistas infectados é de 27
anos e a faixa etária predominante ficou entre 21 e 30
anos, concentrando 31% dos casos registrados. Depois, veio a faixa de